Investimento e cronograma
Quanto o projeto consome antes de gerar caixa.
- Investimento por item e por fase
- Despesas pré-operacionais
- Capital de giro de partida
A Finder elabora estudos de viabilidade econômico-financeira que respondem, antes do investimento, se o projeto se paga, em quanto tempo e com que risco: investimento inicial, fluxo de caixa projetado, VPL, TIR, payback, sensibilidade e riscos.
O estudo também mostra o que precisa ser verdade para o projeto dar certo. É isso que orienta a decisão e a conversa com financiadores.
Quando faz sentido
O retorno da nova operação e o tempo até ela se pagar.
Se o aumento de produção encontra demanda e margem.
Investimento, ramp-up de vendas e ponto de equilíbrio.
Fluxo de caixa e capacidade de pagamento que o financiador vai analisar.
Economia gerada, investimento e retorno de projetos de energia ou eficiência operacional.
Qual configuração do projeto entrega o melhor retorno para o risco.
O que você recebe
Quanto o projeto consome antes de gerar caixa.
As premissas que sustentam o resultado.
O caixa que o projeto gera ao longo do horizonte.
As medidas que comparam o projeto com o custo do capital.
Quanto erro de premissa o projeto aguenta.
Como o projeto pode ser financiado e o que pode dar errado.
Quando o estudo precisa seguir o roteiro de uma instituição, como em editais ou pleitos de financiamento, a Finder adapta a estrutura ao formato exigido.
Ponto de vista
Todo projeto parece viável no cenário base da planilha.
O estudo testa as premissas que mais pesam e mostra a margem de erro que o projeto aguenta antes de deixar de se pagar. Essa margem é a informação mais útil para quem decide.
Como trabalhamos
O que será investido, onde, em que escala e em que prazo.
Mercado, custos, preços e cronograma, com a fonte de cada premissa.
Investimento, resultado e fluxo de caixa ao longo do horizonte.
Indicadores, cenários e as variáveis que mais movem o resultado.
Conclusões, riscos e condições para o projeto se pagar.
Perguntas frequentes
O VPL (valor presente líquido) é o valor que o projeto gera hoje, descontado o custo do capital. A TIR (taxa interna de retorno) é a taxa de retorno implícita no fluxo de caixa do projeto. O payback é o tempo até o investimento ser recuperado.
Os três se complementam: o VPL diz quanto, a TIR diz a que taxa, e o payback diz em quanto tempo.
A taxa deve refletir o custo do capital e o risco do projeto, e não apenas o custo da dívida. Em geral, parte do custo de capital da empresa, com ajustes para o risco específico. Por ser uma premissa sensível, ela também entra na análise de sensibilidade.
Separe o que é incremental: o investimento, as receitas e os custos que só existem por causa da expansão. Projete o fluxo de caixa desse incremento, compare com o custo do capital e teste as premissas que mais pesam.
Depois, olhe a empresa inteira: a expansão precisa caber no caixa e na capacidade de endividamento durante a implantação.
Não. O estudo de viabilidade responde se um projeto específico se paga. O business plan é mais amplo: estratégia, mercado, operação e números do negócio, escrito para quem precisa aprovar. Muitas vezes o estudo é uma das partes do plano.
Sim. O fluxo de caixa do projeto e a capacidade de pagamento são a base da análise do financiador. Quando o destino é um pleito, a frente de Captação de Recursos prepara o restante da documentação.
Contato
Conte o que será investido, em que prazo e qual decisão está em jogo. Vamos indicar o escopo, as informações necessárias e o prazo do estudo.
A primeira conversa não tem custo.